Sábado, Janeiro 02, 2010


O que está havendo com esse blog?


MelissaG | 15:50
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Quinta-feira, Dezembro 31, 2009


Gente!!! Feliz 2010!!!


MelissaG | 11:48
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Quinta-feira, Dezembro 24, 2009


Querido Papai Noel,

Esse ano que passou eu fui uma naughty girl, fiz tudo o que mandou a revista Nova, só que apesar disso a safra de pretês em Manaus tá escassa. Por isso, escrevo essa cartinha pedindo para que você mande aí do Pólo Norte um pretê, por favor não envie um de seus anões, no-freaks please. E de veados e renas a cidade já tá cheia.

Conto com a sua colaboração e espero meu presente na manhã de natal, apenas com uma fita vermelha.

Chrys Braga




[será que esse ano ele atende meu pedido?]






MelissaG | 13:09
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Eu estava atrás de uma mensagem de Natal e resolvi procurar aqui pelo blog mesmo. Cliquei em todos os “dezembros” do arquivo e comecei a reler meus posts relacionados ao tema. Foi lá, no ano de 2007, que encontrei um texto que define o Natal na minha vida. Resolvi publicá-lo novamente hoje. Eu não conseguiria escrever nada melhor que isso.

[crônica de Natal]

Essa noite meu ar condicionado resolveu frescar com minha paciência. Na verdade, ele vem me testando há alguns dias. Como uma criança birrenta, toda vez que chamo alguém para ouvir o barulho eu ele produz... Ele funciona perfeitamente. E enquanto a pessoa me diz que está tudo normal, eu faço sinal de silêncio e ordeno que ela preste atenção no ruído. E todos me olham como se eu fosse uma louca ouvindo vozes do além. Eu, hein! Apesar do barulho, ele estava funcionando perfeitamente, até essa madrugada... Acho que congelou. Está precisando de limpeza, o bichinho! Pior que a empresa que faz a manutenção não funciona na véspera de Natal. Eu trabalho.

Ou seja, véspera da véspera de Natal, esperando meu ar condicionado descongelar, acendo a luz e um cigarro, abro a janela, pego um papel e uma caneta, e resolvo escrever minha crônica de Natal. Porque nessa época, todo escritor [ou metido a] precisa fazer suas considerações sobre o assunto.

Nesse período as pessoas ficam mais, digamos, vulneráveis. Ao sentimentalismo, ao consumismo, à pieguice, à hipocrisia... Todo mundo fica bom. Todo mundo fica de bem. Depois volta tudo a ser como era antes. Mas no Natal todo mundo se fala, se beija, se abraça, se deseja tudo de melhor, se ama.

Antigamente, quando ainda freqüentava a igreja pelo menos uma ou duas vezes ao mês, fazia questão de participar da missa de Natal. Hoje em dia, que só vou à igreja quando algum amigo casa, essa tradição da missa de Natal perdeu o sentido.

Se bem que meu espírito natalino varia muito de ano para ano. É fato que eu parei de curtir o Natal no momento em que descobri que Papai Noel não existia. Depois, com a morte do meu pai, passei vários natais bem melancólica. Hoje em dia acho bacana a oportunidade de rever a família toda reunida, de presentear as pessoas que amo, de poder atualizar a conversa com aquele parente ou amigo que, por pura falta de tempo ou total desleixo, perdi o contato... Muito legal, muito bacana, mas com hora marcada para ir embora. Ficar o tempo suficiente para fazer o social, comer umas rabanadas, trocar os presentes e me mandar dali. Se perder o “timing” é certo presenciar um show de horrores! O dono da casa reclamando do vinho tinto barato que deixaram cair no tapete, a tia-avó que fala sozinha comentando “com seus botões” como eu engordei e que desse jeito nunca arrumarei marido, um tio emocionado [e bêbado] - com a cara vermelha - cantando “Nossa Senhora, me dê a mão...”, as tias “alegrinhas” dançando ABBA no meio da sala, balançando as cabeleiras e mordendo os lábios “com carinha de quem tá gostando demais”... F-R-E-A-K!!!

Quanto ao sentido real do Natal, acho que se perdeu faz tempo. Pobre JC! Sofreu à toa. A humanidade não tem jeito desde que o mundo é mundo. Desde que Adão e Eva se renderam à sacanagem e foram expulsos do Paraíso. Seu [d’Ele, no caso] Grand Finale hoje em dia serve apenas para aquecer a economia, aumentar o número de empregos temporários, incentivar algumas pessoas a praticarem a bondade e a generosidade, reaproximar os parentes mais distantes, e nos fazer assistir pela milésima vez filmes clássicos do Natal, como Esqueceram de Mim 1, 2 e 3... É, pensando bem, não foi tão à toa assim.

Feliz Natal, queridos!


Algumas atualizações sobre o post:

*Comprei um ar condicionado novo;
*Não trabalho mais na véspera de Natal;
*Parei de fumar;
*A Globo ainda não exibiu “Esqueceram de mim” neste Natal.



MelissaG | 13:04
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Segunda-feira, Dezembro 14, 2009





Is true love just do once in a lifetime?
Someday we’ll know, New Radicals

Passei o fim de semana assistindo Sex and The City. Eu já tinha visto todos os episódios na TV a cabo, mas não assim, sistematicamente, um atrás do outro, como agora. A série, em doses homeopáticas, um capítulo por semana, parece ser mais “nada não”. Agora, uma temporada ‘sem tirar de dentro’ faz pensar...

A grande questão que ficou martelando na minha cabeça crisada foi: Quantos amores verdadeiros temos na vida? Será que todos temos uma “alma gêmea” a vagar por aí a nossa espera? E se, por azar do destino, ela se confundir de parceiro, vou ficar chupando o dedo?

Muito complexo! Repensei minha vida a noite inteira, insone, tentando encontrar uma resposta... Nada. Quanto mais eu penso, mais confusa eu fico. Porque assim, ó: eu tive um grande amor na minha vida. Mas eu não era o grande amor da vida do grande amor da minha vida. Nem o pequeno amor, nem o amor nanico, pra falar a verdade... Pelo menos eu acho. A esperança é a última que morre, né?

Esse grande amor é uma espécie de Mr. Big. Quando eu penso que estou superando, lá vem ele ressurgindo das cinzas para alimentar esse sentimento meio que platônico. Desde o dia que o conheci é assim, há uns 8 anos... Entre uma paixonite e outra, lá está ele, sempre ele. Porque a gente se entende, se parece, se curte, se diverte... A gente se dá bem [não desejamos mal a QUASE ninguém]... E nunca ninguém vai ser igual a ele. E é justamente esse o meu maior medo. Que nunca apareça alguém como ele. Ou pior, medo de não perceber que apareceu outra pessoa por estar concentrada demais no Mr. Right errado. O Mr. Wrong.

É só com ele que eu me imagino casada. Morando “num apartamento pequeno, meio bagunçado, sempre cheio de amigos, com uma geladeira abarrotada de cervejas... Com quem eu ouviria rock e brigaria pelo controle remoto”. Entre aspas porque é uma citação de um texto chamado “Reencontrando o ex-pretê-ideal”, que escrevi em outubro de 2005. Punk, né?

Um dia, quem sabe, eu crio coragem e digo na cara dele tudo isso que escrevo aqui para vocês, em desabafo. Um dia. Quem sabe?

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor, Nando Reis



MelissaG | 08:24
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Quarta-feira, Dezembro 09, 2009


[carta de amor]

Eu estava escrevendo um texto. Um texto sobre amor, alma gêmea e blábláblá. Escrevia com um apertinho no coração. Concentrada. Parei por um minuto para consultar meu e-mail. E de repente me deparo com esse depoimento do Beto. Depoimento não, carta de amor. Atestado do amor. Amor amado de volta. Em dobro. Vou compartilhar com vocês. Compartilho o depoimento e um pouquinho desse amor. Que todos vocês tenham amigos como os meus. Que todos vocês tenham um amigo como o Beto.



Locomotiva? Carnaval de rua? Tsunami? Tardes ventiladas? Eu já ri sozinho tentando encontrar a metáfora certa - mas essa missão já nasceu perdida: Chrys não é alguém que se defina com fotografias ou algum outro recorte estático, mas (talvez) com um documentário cinestésico em Blu-Ray holográfico discontrol, jorrando fragrâncias, texturas, mordidas e conversas ao pé de ouvido, que nos levam do soluço à gargalhada - e devolvem aos nossos dia aquela dose de loucura que tempera a monotonia desnecessária da lucidez.

Como todo mosaico, Chrys passa longe da unanimidade. Para a sorte de quem a cerca, é um inteligente imã de controvérsias, a pimenta necessária pra sacodir as convenções e levantar as mais relevantes, divertidas e oportunamente fúteis discussões.

Seu pêndulo emocional vai da braveza à gentileza. Ora histérica com o mau atendimento, ora reverenciando o bom serviço com a gratidão dos marajás, viva os chopes sujos da noite, as madrugadas amigas - povoadas com os versos exatos das canções que cutucam a alma, pontuadas pelos seriados bobos que sacodem o espírito. Viva o seu hedonismo mais que noturno - diário - que a torna amante do conforto e dos melhores prazeres da vida. Orgulhem-se os eleitos, Chrys seleciona sempre as melhores companhias e sabe ser venenosamente gentil com as piores, para o nosso bel prazer.

Aos mais íntimos, compartilha litros de gargalhadas, colos, ciúmes (quanto charme em suas crises de ciúmes!), mas está pronta para tolerar silêncios, contornar mal entendidos, neutralizar pânicos, ou apenas ficar junto olhando nos olhos, quando não há mais nada fazer, refroçando este traço tão particular de si mesma: a humanidade.

Porta-voz da luxúria, estapeia e escarra na cara da hipocrisia, este câncer tão presente nas almas mais mesquinhas. No fundo, não verbaliza nada mais do que os nossos próprios pecados. E por escancarar abertamente o que nos alucina, reforça o sentido de nosso prazer, fazendo emergir em nós um sentimento de pertencimento - o que a torna mais viciante que nicotina.

O fato é que se houvesse um raio-X afetivo, a ossada sentimental desta moça estaria toda esculpida em forma de coração. Aquele que usar os olhos da alma para enxergar esta dama, perceberá que ela não passa de uma adorável criancinha erotizada que ama, e por este amor dá a cara a tapa. Defensora ferrenha do amor pelos amigos, vira leoa por eles e por tudo o que a afeiçoa. E digo mais, vira onça-juma-Marruá pelos seus ideais.

E que maravilha encontrar alguém com ideais em um mundo com escassez de coerência. Que maravilha despirocar o cabeção em um mundo repleto de uma monótona decência. Que maravilha compartilhar a simplicidade do dia e ser compreendido, em um mundo desprovido de essência.



MelissaG | 14:13
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Sábado, Dezembro 05, 2009


[de repente 30...]



Fazer 30 anos não é para qualquer um. Sim, qualquer pessoa com o mínimo de saúde e sorte consegue alcançar à marca, mas a questão não é essa.

Para a maioria das mulheres essa idade é um divisor de águas. Do meu círculo de amigas/colegas/conhecidas, poucas estão casadas e com filhos. Grande parte está focada na vida profissional. Ah, apesar de solteiras [não casadas], quase todas estão em algum tipo de relacionamento afetivo. Namoro, amizade colorida, tico-tico no fubá... Vale ressaltar que a idade dessas mulheres gira em torno de 26 a 33 anos.

Acontece que todas essas mulheres, TODAS, por mais bem resolvidas, sucedidas e amadas que sejam, meio que entraram/começam a entrar em pânico com a proximidade dos 30.

Qual o motivo pra tanto desespero? Vários! Relógio biológico, pressão da família/sociedade, medo do futuro, solidão, sentimento de fracasso... Isso, na verdade, é o que menos importa. O grande lance é como lidar com essa transformação.

Conheço mulheres que estão pirando o cabeção. Neuroses como: Preciso casar, ter filhos, ganhar dinheiro, ter casa própria... E preciso fazer isso tudo bem, sem reclamar, porque eu sou mulher e posso fazer várias coisas ao mesmo tempo. Será?

Sim, nós conseguimos pintar as unhas, falar ao telefone e assistir televisão ao mesmo tempo. Também conseguimos trabalhar, criar filhos e limpar a casa, assim, numa tacada só. Mas sempre, invariavelmente, teremos que priorizar um destes. Teremos que colocar a vida profissional em segundo plano, se quisermos passar mais tempo com nossos filhos. Ou precisaremos deixar nossos filhos aos cuidados de terceiros, se quisermos manter o ritmo profissional. Não se pode ter tudo...

É essa a grande questão! Queremos ter tudo. Queremos ser amadas, amantes, mães, filhas, amigas, profissionais, donas de casa... Umas mais, outras menos, mas queremos. E quando chegamos na casa dos 30 anos, as cobranças se tornam cada vez mais fortes. Beirando a crueldade. Daí você que talvez nem quisesse ter filhos, agora começa a se sentir uma fracassa por não ter um. Aos 30 anos minha avó já tinha uns seis. E você que vive muito bem solteira, independente e serelepe, começa a pensar em juntar os panos de bunda com qualquer passante só para não dizerem que você ‘ficou para tia’. Minha mãe casou aos 22. Ah, e tem aquela amiga que resolveu deixar para trás tudo o que já tinha ‘consolidado’ para voltar a estudar, ou trocar de emprego, ou viajar mundo afora... Que irresponsável! Com 30 anos na cara?

Estão entendendo porque crisamos? Tudo conspira contra nós!

Epa! Espera ‘ainda’, maninho! A gente crisa, mas logo passa. Passa porque temos a tecnologia a nosso favor. E a natureza também ajuda, quando o relógio biológico desperta, aos 30, ainda podemos ativar o ‘soneca’ e esperar mais uns 5 minutinhos, ops, aninhos. Passa porque notamos que muitas das mulheres que casaram antes dos 30, hoje estão divorciadas, ou casando novamente. O que é nosso está guardado, não é assim que nos consolam quando [mais] um amor dá errado? Passa porque nos tornamos profissionais cada vez mais competentes, multimídias e multifacetadas. Passa porque percebemos que, se somos felizes assim, me perdoem, que se danem os outros!

Semana passada completei 30 anos. Agora sou oficialmente, e com muito orgulho, uma balzaquiana. Sem marido, filhos, morando com a mãe, com medo de dirigir... E sem crises! Foram 30 anos MUITO bem vividos. E que venham os próximos 30.



MelissaG | 18:52
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Sexta-feira, Setembro 18, 2009


[abandonando velhos vícios]


Agora eu sou uma ex-fumante. Há exatos 14 dias.

Também estou na maior seca porque resolvi apagar o número de telefone do trepê da minha agenda. Ah, o vício a ser combatido nesse caso é o trepê e não o sexo, que fique bem claro.

Pra completar o pacote, resolvi desapegar do ex-pretê-ideal-forever.

Ainda pretendo parar de tomar refrigerante... Menos Baré, lógico. Mas fica pra próxima.

O problema é que a única coisa que tenho sentido falta REALMENTE é do cigarro. Justo o que eu não posso ceder. E ó, não é que eu esteja preocupada com a minha saúde não. Muito menos com a alheia. A questão é que eu preciso cumprir essa promessa. Pra São Jorge. Aí já viu, né?

Com relação aos outros 'vícios', percebi que não passavam de 'maus hábitos'. Queria transar? Trepê! Queria suspirar por alguém? Ex-pretê-ideal-forever! Aí eu transava e cada um seguia seu rumo. Aí eu suspirava e cada um pegava seu beco. Um ou dois meses depois, a mesma ladainha.

Se é pra virar rotina, vamos fazer o serviço direito, né? O que não dá é pra ter sexo de vez em quando com um, suspirar de vez em quando por outro e continuar sozinha numa sexta-feira a noite. Tô certa ou tô errada?

Nesses dois casos o mais complicado é encontrar alguém pra substituir. O ideal é que eu encontre um só. Pra suspirar e pra trepar. Ó, se nego tiver as manhas do 'caqueado', além de trepar, dá até pra suspirar. Agora eu fui fazer o favor de, há mais de dez anos, arranjar um trepê acéfalo. Tá que ele tem um pau ótimo e que fode como ninguém, mas tipo, admiração zero. Ok, então não basta 'funfar' direito, tem que participar. Reformulando: se nego for interessante, inteligente, gostar de rock, curtir meus amigos... não precisa nem foder tão bem... e pode ter um pau mediano. Fino nem pensar!

Lembrei que uma época dessas tentei ficar com um cara assim. Inteligente, engraçado, interessante até... Mas ó. Posso falar não. Tô bêbada, mas ainda tenho respeito pelo 'serumano'.

Melhor parar por aqui. Vou assistir Amor e Sexo. Olha só! Sobre o que estávamos falando mesmo?



Esse texto deve estar meio confuso. É porque eu tô meio bêbada. De espumante. Porque eu estou em casa. Sozinha. Ouvindo Adele. Numa sexta-feira a noite. Tomando espumante. Porque cerveja me dá vontade de fumar. Humpf!

ps: Texto sem revisão. Lembrem: Tô bêbada. Relevem!



MelissaG | 23:48
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Segunda-feira, Agosto 17, 2009


[funk you!]


Algumas pessoas têm o dom de traduzir sentimentos, dissecar dores, cutucar feridas... Martha Medeiros, Amy Winehouse, Roberto Carlos, Alcione... Todos gênios. Cada um no seu quadrado, claro!

Dizem que não tem raça melhor para entender de “dor de corno” que pagodeiro e sertanejo. Concordo. Tem música mais apropriada para um momento de LAMA que “e nessa loucura de dizer que não te quero, vou negando as aparências, disfarçando as evidências...” ou “vou ligar pra ela e vou dizer vai se foder, estou com outra, mais gostosa que você! amo você, volta logo que eu não quero mais sofrer”?

TEM! Se você, minha amiga leitora, está com o coração partido, sem saber o que fazer da vida depois de todo amor e toda dedicação desperdiçados... Se você foi trocada por uma mais nova, ou mais magra, ou por uma baranga cheia da grana... Se ele te batia, te humilhava... REAGE, MULHER!! Quer virar o jogo? Muda a trilha sonora, beibe!!

Com vocês... GAIOLA DAS POPOZUDAS!



“Eu vou pro baile procurar o meu negão,
Vou subir no palco ao som do tamborzão
Sou cachorrona mesmo
E late que eu vou passar
Agora eu sou solteira e ninguém vai me segurar”

[Agora eu sou solteira]

“Só me dava porrada!
E partia pra farra!
Eu ficava sozinha,esperando você
Eu gritava e chorava que nem uma maluca...
Valeu, muito obrigada, mas agora virei puta!

Se um tapinha não dói
Eu falo pra você
Segura esse chifre
Quero ver tu se foder.

Eu lavava, passava
Tu não dava valor
Agora que eu sou puta
Você quer falar de amor”

[Agora virei puta]

“Ele vai pra academia
E só malha um pouquinho
Toma várias bombas
E já pensa que é gatinho
Me chama de cachorra
De mamada e de lanchinho
Mas na hora do vamos ver
Vira o cu e pede dedinho”

[Vira o cu e pede dedinho]


Tem como não amar?



MelissaG | 01:28
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Sexta-feira, Julho 17, 2009


CALMA! CALMA! É só uma bomba [com B, galera!] de chocolate.

Aprovada a reforma desta Pastelaria?



MelissaG | 11:59
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